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STJ condena Google por conteúdos gerados por terceiros

 

 

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou condenação do Google Brasil Internet Ltda. e considerou legal a ordem judicial que determinou a exclusão de blog com conteúdo danoso a terceiro. A relatora é a ministra Nancy Andrighi.

 

A ação cautelar foi ajuizada por uma ex-prefeita de Mossoró (RN) e ex-deputada federal, de família com tradição na política potiguar. Ela pediu a retirada do ar de página de internet com conteúdo ofensivo contra ela e seus familiares e a identificação do responsável pelo blog.

 

Em primeiro grau, o pedido foi julgado procedente para determinar a suspensão do endereço eletrônico de conteúdo ofensivo, com multa diária de R$ 1.000 em caso de descumprimento. O blog foi retirado da internet pelo próprio usuário, anônimo.

 

O Google apelou, sustentando que não seria possível monitorar a reinserção do conteúdo na rede. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte negou a apelação do Google, mantendo a sentença nos mesmos termos, reiterando que não se tratava de monitoramento prévio, mas de retirada de conteúdo ofensivo. Disse que caberia ao Google garantir que “tal site não venha a ser novamente ativado de maneira anônima”.

 

No recurso, o Google sustentou que o cumprimento da medida judicial seria “inviável”, além de tratar-se de indevida censura, e que a multa fixada por descumprimento da ordem não respeitou o critério da razoabilidade.

 

 

Responsabilidade subjetiva

 

O Google oferece serviço de hospedagem de blogs, isto é, se limita a abrigar e oferecer ferramentas para edição de blogs criados e mantidos por terceiros, sem exercer nenhum controle sobre as mensagens postadas pelos usuários.

 

Ao julgar o recurso, a ministra Nancy Andrighi definiu a controvérsia como estabelecer o limite de responsabilidade dos provedores de aplicação por conteúdos que, mesmo armazenados ou de alguma forma manipulados pelo provedor, são gerados por terceiros.

 

A relatora destacou que o STJ tem adotado a tese da responsabilidade subjetiva, “segundo a qual o provedor de aplicação torna-se responsável solidariamente com aquele que gerou o conteúdo ofensivo se, ao tomar conhecimento da lesão que determinada informação causa, não tomar as providências necessárias para a sua remoção”.

 

Segundo a ministra, o Marco Civil da Internet, instituído pela Lei 12.965/2014, considera (artigo 19) o provedor de aplicação responsável por conteúdo gerado por terceiro a partir da data do descumprimento da ordem judicial.

 

A turma acompanhou o voto da relatora, negando o recurso do Google.

 

 

 


 

 

Fonte: STJ.

 

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Facebook abre centro de inovação em São Paulo

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A gigante de tecnologia lançou oficialmente o Espaço Hack, em São Paulo. Centro terá capacitação em tecnologia e aceleração de negócios sociais.

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INPI Formaliza Cooperação Com a Rússia

Com o objetivo de aperfeiçoar os sistemas de propriedade intelectual, por meio de intercâmbio de informações e melhores práticas, o presidente do INPI, Luiz Otávio Pimentel, assinou, no dia 23 de novembro, o Memorando de Entendimento de cooperação bilateral com o Serviço Federal para Propriedade Intelectual da Rússia (Rospatent), representado por seu diretor-geral, Grigory Ivliev.

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Também participaram da cerimônia de assinatura do acordo o cônsul-geral da Rússia no Rio de Janeiro, Vladimir Tokmakov, e o funcionário do Escritório Comercial da Rússia no Rio de Janeiro Alexey Smetnev.

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Grigory Ivliev também proferiu uma palestra para os gestores do INPI sobre o sistema de propriedade intelectual na Rússia e o funcionamento do Rospatent. Foram destacados temas como as ações de disseminação da informação tecnológica, as atividades de capacitação da Academia do Rospatent e o funcionamento da Organização Euroasiática, responsável por uma patente regional. Saiba mais em entrevista com Grigory Ivliev.

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O diretor-geral do Rospatent também conheceu as instalações da Diretoria de Patentes, Programas de Computador e Topografia de Circuitos Integrados (Dirpa).

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Na parte da manhã do mesmo dia, a comitiva russa e a equipe técnica do INPI estiveram no Laboratório de Tecnologia Oceânica (LabOceano), na COPPE/UFRJ, na Cidade Universitária, no Rio de Janeiro. O LabOceano realiza pesquisas em hidrodinâmica experimental e computacional (CFD) e em modelagem numérica de sistemas oceânicos, sendo um dos mais profundos tanques do mundo para simulação de condições do mar.

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Durante vista ao Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro, seu diretor José Carlos Pinto disse ao grupo que uma das prioridades do projeto estratégico do parque é a cooperação com outros países. Foram investidos R$ 144 milhões no parque, tendo como resultado o total de 112 pedidos de patentes em cinco anos, sendo 60 solicitações somente em 2016.

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Como última atividade, o diretor-geral do Rospatent participará de um workshop com associações de propriedade intelectual brasileiras no escritório regional da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) no Rio de Janeiro.

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Fonte: INPI.

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Avanço tecnológico provoca novas discussões sobre direito autoral

O avanço das tecnologias digitais e de comunicação revolucionou o acesso às músicas, aos filmes, às séries e aos vídeos em geral. Não há mais necessidade de adquirir um suporte físico para ter acesso a essas obras. Diante dessas inovações, também surgiram novos questionamentos quanto ao pagamento de direitos autorais para os criadores das obras artísticas.

 

Ao mesmo tempo em que facilitou o acesso aos produtos culturais, a tecnologia deu origem a novas discussões a respeito do pagamento dos direitos autorais por aqueles que utilizam as obras artísticas de forma pública. No centro desse debate está o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), instituição privada, sem fins lucrativos, que centraliza a arrecadação e a distribuição dos direitos autorais relativos à execução pública musical.

 

Regulamentado pela Lei 5.988/73, o direito autoral consiste em uma série de prerrogativas conferidas às pessoas físicas e jurídicas para que possam usufruir dos benefícios resultantes da exploração de suas criações intelectuais. No Superior Tribunal de Justiça (STJ), há vasta jurisprudência sobre o tema, inclusive alguns importantes julgados referentes ao pagamento devido ao Ecad em razão das novas formas de divulgação de bens culturais.

 

 

Streaming

 

Um dos julgados mais recentes, de fevereiro deste ano, trata da arrecadação dos direitos autorais pelo Ecad nas transmissões pela internet, via streaming. Essa tecnologia possibilita a transmissão de dados e informações, de forma contínua, pela rede de computadores.

 

Com base na Lei 9.610/98, os ministros da Segunda Seção do STJ entenderam que essa forma de transmissão é uma exibição pública da obra musical, portanto, consiste em fato gerador de arrecadação.

 

“É possível afirmar que o streaming, tecnologia que possibilita a difusão pela internet, é uma das modalidades previstas em lei pela qual as obras musicais e fonogramas são transmitidos; e também, por definição legal, reputa-se a internet como local de frequência coletiva, caracterizando-se, portanto, a execução como pública”, explicou o relator do caso, ministro Villas Bôas Cueva.

 

Em seu voto, o relator também esclareceu que, conforme se depreende da Lei 9.610/98, a quantidade de pessoas no ambiente de execução musical não é fator relevante para a configuração do local como de frequência coletiva.

 

“O que caracteriza a execução pública de obra musical pela internet é a sua disponibilização decorrente da transmissão em si considerada, tendo em vista o potencial alcance de número indeterminado de pessoas”, afirmou o relator (REsp 1.559.264).

 

 

Meio autônomo

 

O tema voltou a ser discutido em março deste ano, quando os ministros da Terceira Turma concordaram, novamente, que a transmissão televisiva via internet, por meio da tecnologia streaming (webcasting simulcasting),configura execução pública de obras musicais, apta a gerar o recolhimento de direitos autorais pelo Ecad.

 

Na análise do caso, os ministros discutiram se a transmissão de músicas na modalidade simulcasting, que consiste na transmissão simultânea via internet,seria um novo fato gerador de cobrança de direitos autorais por constituir meio autônomo de uso de obra intelectual.

 

“No que tange à compreensão de que o simulcasting, como meio autônomo de uso de criação intelectual, enseja nova cobrança do Ecad, destacou-se que a solução está prevista na própria Lei 9.610/98, em seu artigo 31, que estabelece que para cada utilização da obra literária, artística, científica ou de fonograma, uma nova autorização deverá ser concedida pelos titulares dos direitos”, explicou o relator, ministro Villas Bôas Cueva (REsp 1.567.780).

 

 

Programação retransmitida

 

Em julgado de dezembro de 2016, os ministros da Terceira Turma concluíram que as afiliadas de televisão devem pagar direitos autorais não somente sobre as músicas usadas em sua programação local, mas também sobre a programação retransmitida da rede nacional da qual fazem parte.

 

A emissora de TV do Espírito Santo, afiliada da Rede Bandeirantes, alegou que a cobrança de direitos autorais, nesse caso, configuraria bis in idem, pois a emissora principal já havia pago os direitos autorais relativos à programação nacional ao Ecad.

 

No entanto, o relator, ministro Paulo de Tarso Sanseverino, argumentou que o artigo 31 da Lei 9.610/98 estabeleceu que as diversas modalidades de utilização da obra artística são independentes entre si. Portanto, a emissora afiliada não deveria ser exonerada do pagamento pela retransmissão.

 

“A retransmissão gera a necessidade de pagamento de direitos autorais distintos daqueles pagos pela transmissão, até mesmo porque a retransmissão enseja uma nova comunicação ao público (ou, no caso de emissora afiliada, uma comunicação a novo público)”, concluiu o relator (REsp 1.5561.18).

 

A Quarta Turma do STJ já havia julgado caso semelhante, em novembro de 2016, envolvendo emissoras afiliadas a outra rede de televisão nacional. Na ocasião, o autor do voto vencedor, ministro Luis Felipe Salomão, afirmou que “os direitos autorais dos profissionais serão devidos em decorrência de cada exibição da obra, e a retransmissão operacionalizada pela rede de TV regional deve, sim, ser considerada nova exibição da obra, fato gerador capaz de legitimar a cobrança dos direitos autorais” (REsp 1.393.385).

 

 

Hotéis

 

A arrecadação de direitos autorais em razão da disponibilização de rádio e de TV por assinatura em quartos de hotéis e suas dependências voltou a ser analisada no STJ em agosto deste ano, quando os ministros da Terceira Turma reafirmaram que a cobrança é legítima.

 

“A radiodifusão sonora ou televisiva ou a exibição audiovisual, cinematográfica ou por acessos assemelhados refere-se à autorização concedida às transmissões de televisão por assinatura. Já o direito de execução pública musical se refere à execução de obras musicais em locais de frequência coletiva por terceiros e por qualquer meio ou processo, cuja autorização é exercida coletivamente pelo Ecad”, esclareceu a relatora do caso, ministra Nancy Andrighi (REsp 1.629.529).

 

A questão havia sido analisada em momentos anteriores, incluindo um julgado de setembro de 2015. Na ocasião, o ministro Villas Bôas Cueva, autor do voto vencedor, explicou que a cobrança dos direitos autorais pelo Ecad é autorizada pela “simples execução ou transmissão pública de obras musicais e audiovisuais em locais de frequência coletiva – de que são exemplos restaurantes, hotéis, motéis, clínicas e hospitais” (REsp 1.380.341).

 

 

Intérpretes

 

Outra questão que gerou controvérsia refere-se à possibilidade de cobrança de direitos autorais pelo Ecad quando os intérpretes são os próprios autores das obras. Em julgado de abril de 2014, na Terceira Turma, a ministra Nancy Andrighi afirmou: “Esta corte tem entendimento pacífico no sentido da possibilidade do Ecad cobrar os direitos autorais, independentemente da remuneração recebida pela execução das obras musicais pelos seus próprios autores”.

 

Em seu voto, a relatora também diferenciou o cachê pago aos artistas e o pagamento de direito autoral. “Há uma clara distinção entre o cachê pago aos artistas, entendido como direito conexo devido ao intérprete da obra, e o direito autoral propriamente dito, entendido como a remuneração pela criação da obra artística e que é passível de cobrança pelo Ecad”, esclareceu (REsp 1.219.273).

 

Em julgado de novembro de 2013, a Quarta Turma já havia decidido que “o cachê recebido por artista em show ao vivo não representa valor devido a título de direitos autorais, ainda que as músicas apresentadas sejam de sua autoria”, disse a autora do voto vencedor, ministra Isabel Gallotti (REsp 812.763).

 

 


 

Fonte: STJ.

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Esta academia de ginástica flutuante navega por Paris

Batizada de Paris Navigating Gym, embarcação permite que as pessoas façam exercícios e contemplem a cidade ao mesmo tempo

Curioso para ver mais detalhes de como será a academia flutuante? Esse vídeo tem animações que demonstram um pouco mais de como o projeto irá funcionar:
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Os significados curiosos dos nomes de 20 marcas

Confira a origem dos nomes de grandes marcas como Apple, Samsung e M&M’s

 

Samsung

 

(Getty Images)

De acordo com a empresa, Samsung é uma palavra coreana que significa “tri-star”: três estrelas. O três representa algo que é “grande, numeroso e poderoso”. O desenho das três estrelas estava presente no logo original da marca.

 

 

 

Kibon

 

(Divulgação)

Na verdade, Kibon é um nome usado somente no Brasil, Argentina e Ilhas Malvinas. Remete, claro, à expressão “que bom”. O nome da marca original é Wall’s, que sempre traz aquele desenho de coração como logo. O nome vem do fundador, Richard Wall. Mas, em cada país, um nome diferente é usado.  Na Eslovênia, Croácia, Áustria e República Tcheca, a marca de sorvete se chama Eskimo. Na Espanha, é Frigo. Em Portugal, é Olá.

 

Nikon

 

(Reprodução)

O nome Nikon vem de “NIKKO”, a abreviação do nome original da empresa, Nippon Kogaku K.K.  Depois, a letra “n” foi acrescentada para ficar uma palavra com impressão mais “masculina”.

 

McDonalds

 

(Paulo Pampolin / Hype)

Os irmãos Richard e Maurice McDonalds criaram, em 1937, uma lanchonete chamada “The Airdrome”, na  Huntington Drive (Rota 66), na Califórnia. Eles vendiam somente hot dog. Depois, entraram os hambúrgueres. Em 1940, eles se mudaram para San Bernardino (ainda na Califórnia) e mudaram o nome do restaurante para “McDonald’s Bar-B-Que”. O churrasco era a especialidade da casa. Em 1948, quando o hambúrguer virou o negócio principal, o nome foi trocado apenas para “McDonald’s”.

 

Marlboro

(Matias Nieto/Cover/Getty Images)

O nome Marlboro vem da rua Great Marlborough Street, segundo endereço da Phillip Morris Companies Inc, empresa fundada em Londres que criou a marca de cigarros.

 

Nokia

 

(Reprodução)

O marca finlandesa tira o “Nokia” do nome da cidade Nokia, à beira do rio Nokianvirta. Por sua vez, a origem desse nome é um tanto obscura. No Finlandês moderno, “noki” significa “fuligem” e “nokia” é essa palavra no plural sem flexão. Uma teoria mais popular diz que o Finlandês arcaico tinha a palavra “nois” (plural “nokia”) e a palavra “nokinäätä”, que significava “fuligem marta”. Marta é uma designação de mamífero. Na região, qualquer mamífero de pelagem escura era chamado de “nokinäätä”.

 

Adidas

 

(Getty Images)

Uma lenda urbana diz que Adidas é a sigla para “All Day I Dream About Sports” (“Todo Dia Eu Sonho Com Esportes”). Mas a origem verdadeira é outra. “Adi” e “Das” vem do nome do seu fundador, Adi Dassler, que criou a empresa em 1949. Antes, ele tinha com seu irmão, Rudolph, uma outra fábrica. Quando eles brigaram, Adi criou a Adidas e Rudi criou a Ruda, que mais tarde virou a Puma.

 

Nike

 

(Lucy Nicholson/Files/Reuters)

A palavra Nike tirou a inspiração da deusa grega Nike, deusa da vitória na mitologia. Curiosidade: a empresa quase se chamou “Dimension 6”.

 

Pringles

 

(Flickr)

Há duas teorias sobre “Pringles”. Uma diz que é uma referência à Mark Pringle, um americano que, em 5 de março de 1937, preencheu uma requisição de patente sobre “Método e Aparato para Processamento de Batatas”. Esse trabalho foi citado e usado pela Procter & Gamble para criar a marca de batata e criar sua própria patente sobre um método de desidratação de batatas. Outra teoria, mais novelesca, diz que os dois publicitários da P&G responsáveis pela marca moravam na Pringle Drive, em Finneytown, cidade do estado americano de Ohio.

 

M&Ms

 

(Reprodução)

O doce criado em 1941 tirou os seus dois “M” dos nomes Mars & Murrie: de Forrest E. Mars Sr., fundador da empresa Newark Company; e Bruce Murrie, filho do presidente da Hershey Chocolate e dono de 20% das ações do produto.

 

HP

 

(HP)

A sigla HP abevia o nome da empresa Hewlett-Packard e usa o nome dos fundadores, William Redington Hewlett e Dave Packard.

 

BMW

 

(Getty Images)

BMW é a sigla de Bayerische Motoren Werke AG e significa, em inglês, Bavarian Motor Works. A montadora alemã tem origem em Munique, na região da Baviera (em latim, Bavaria).

 

Hyundai

 

(Divulgação/Hyundai Motor America)

O nome Hyundai vem de uma palavra coreana (origem da empresa, Seul) que significa “modernidade”.

 

Shell

 

(Neil Hall/Reuters)

Shell é a palavra inglesa para “concha” (presente no logo da marca) e remete aos fósseis, que por sua vez remete aos combustíveis fósseis. Mas a palavra “shell” vem de muito antes. A empresa, criada em 1907, nasceu da união da Royal Dutch Petroleum Company com a The Shell Transport and Trading Company. Esta última foi fundada pelos irmãos Marcus Samuel e Samuel Samuel.  Marcus tirou o “shell” do seu pai, que, no começo de 1833, vendia conchas para colecionadores em Londres.

 

Texaco

 

(Sandy Huffaker/Getty Images)

Texaco vem de “The Texas Company”.  Este nome veio da origem da empresa, na cidade texana de Beaumont, em 1901.

 

Oreo

 

(Celine Gros / Stock Xchng)

A origem do nome é controversa. Uma teoria diz que vem da palavra francesa para “ouro”, “or”. A embalagem original da bolacha era dourada e tinha a intenção de ser um produto mais sofisticado e exclusivo. Outros dizem que vem da palavra grega “oros”, que quer dizer “monte” ou “montanha”.

Panasonic

(Getty Images)

A empresa japonesa criada em 1918, em Osaka, começou a usar a marca “National” em 1927. Contudo, quando, em 1955, começaram a se expandir para os EUA e outros mercados, o nome “nacional” não podia ser usado, pois já era registrado. A marca então adotou “Panasonic”, com “pan” significando “todo” e “sonic” remetendo a “som”: “todos os sons”.

Barbie

(Reprodução)

Ruth Handler, um dia, viu sua filha Barbara brincando com bonecas de papel e teve uma ideia de ouro: crianças queriam brincar com figuras de adultos, não somente de bebês. Depois, viajando à Alemanha, conheceu a boneca Bild Lilli, que daria a ideia final para criar o novo brinquedo. Em 1959, Ruth apresentou sua criação, Barbie. O nome veio de sua filha, Barbara.

Twitter

 

(Reprodução)

 

O nome original da marca era “twttr”, inspirado no Flickr. Palavras de cinco caracteres eram o tamanho dos códigos curtos das mensagens SMS nos EUA. “twttr”, também, porque o domínio twitter.com já estava em uso. Depois de seis meses de empresa, eles compraram o domínio e a marca virou “Twitter”. Twitter significa uma coisa “curta”, “informal”, uma “mensagem sem grande importância ou consequência”. Também significa o silvo dos pássaros (daí o logo da marca).

 


 

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A Batalha das Grandes Marcas

 

Hoje em dia quando falamos de concorrência a disputa é acirrada. As provocações entre as marcas são escancaradas e foi isso que aconteceu na guerra dos outdoors, protagonizado pela Audi e pela BMW.

 

Na imagem, a Audi fez um outdoor (à esquerda), em que se escreve desafia, como no jogo de xadrez: “sua vez BMW”, como resposta a BMW coloca um outdoor bem maior e apenas escreve: “checkmate”.

 

 

A briga, porém, não termina com dois outdoors. Não satisfeito com o cheque mate, a Audi retrucou dizendo “o seu peão não é páreo para o nosso rei”  para anunciar o seu R8. A BMW encerrou o assunto com um zeppelin escrito “game over”. Será que tem espaço para mais uma réplica?

 

A competição entre empresas do mesmo segmento é natural, pois gera inovação nas organizações, o que beneficia os usuários. Exemplos iguais da Audi e BMW são corriqueiros e chamam a atenção do público e alguns casos até acabam em processos judiciais. Veja outras disputas acirradas do mundo das grandes marcas:

 

1 – Sony X Microsoft (Playstation versus XBOX)

 

 

Batalha conhecida como “Guerra dos consoles” acontece desde 2001, quando a Microsoft resolveu entrar no mercado de consoles, até então dominado pela Sony. Desde então, as duas empresas lutam pela liderança e favoritismo do público gamer, trocando por diversas vezes alfinetadas e provocações.

 

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2 – Apple X Samsung

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Rivais desde 2008, quando a Samsung provocou a rival com o slogan “Apple eater”, traduzindo seria “Comedor de maçã”. A Apple, por sua vez, acusou a empresa Coreana de quebrar patentes e copiar o design de seus produtos, o que gerou um dos maiores processos judiciais da história dos EUA.

 

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3 – Coca-cola X Pepsi

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A desavença teve início no final da década de 70, quando a Pepsi começou a passar o “Desafio Pepsi”, no qual consumidores vendados experimentavam as bebidas e escolhiam o sabor da Pepsi. Muitos outros anúncios publicitários foram lançados, cada um com um tipo de provocação diferente.

 

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4 – Burger King x McDonald’s                        ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

 

 

Essa disputa é muito atual e você já deve ter visto as provocações envolvendo o polêmico caso do Ovomaltine. Não só esse, mas vários outros casos acontecem de publicidade provocativa entre as duas marcas. O mais atual, porém foi a propaganda da Burger King, acompanhe o comercial abaixo:                        ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

 

 

 

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5 – Energizer x Duracell                        ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

 

Tiveram uma das disputas mais acirradas na década de 70, quando veicularam uma campanha de marketing bastante parecida, o que gerou um processo judicial sobre quem teria o direito de usar como mascote um coelho de pelúcia.

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A nova loja, que entrou no ar no primeiro minuto desta quarta-feira, já nasce com 110.000 itens ofertados, segundo a empresa, por “milhares de vendedores”

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Para a Samsung, o sucesso de sua maior rival é também seu próprio sucesso

 

 

 

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Ecobrands: a nova tendência de marcas resenhadas para ajudar o meio ambiente

Marcas que ajudam o meio ambiente através da economia de tinta nos logotipos

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A visibilidade é extremamente importante para as marcas, razão pela qual eles querem ver seu logotipo em todos os lugares, mas há um preço a pagar por uma exposição generalizada, não apenas financeiramente, mas também ecologicamente.

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Como você pode ver abaixo, no entanto, há uma maneira simples de reduzir esses custos, e isso parte de uma ideia simples: usando menos tinta. A ideia, denominada Ecobranding, é uma nova experiência conceitual destinada a tornar as marcas mais ecológicas e, ao mesmo tempo, economizar milhões de dólares em custos de produção.

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McDonald’s, Apple, H & M e FedEx, exemplos simplificados que você pode encontrar aqui mantêm a essência de cada logotipo específico, ao mesmo tempo que tornam mais econômico tanto para o fabricante quanto para o meio ambiente.

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Com esse exemplos você já pode se inspirar para aderir à nova tendência sustentável e ajudar o meio ambiente economizando tinta!

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