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Os significados curiosos dos nomes de 20 marcas

Confira a origem dos nomes de grandes marcas como Apple, Samsung e M&M’s

 

Samsung

 

(Getty Images)

De acordo com a empresa, Samsung é uma palavra coreana que significa “tri-star”: três estrelas. O três representa algo que é “grande, numeroso e poderoso”. O desenho das três estrelas estava presente no logo original da marca.

 

 

 

Kibon

 

(Divulgação)

Na verdade, Kibon é um nome usado somente no Brasil, Argentina e Ilhas Malvinas. Remete, claro, à expressão “que bom”. O nome da marca original é Wall’s, que sempre traz aquele desenho de coração como logo. O nome vem do fundador, Richard Wall. Mas, em cada país, um nome diferente é usado.  Na Eslovênia, Croácia, Áustria e República Tcheca, a marca de sorvete se chama Eskimo. Na Espanha, é Frigo. Em Portugal, é Olá.

 

Nikon

 

(Reprodução)

O nome Nikon vem de “NIKKO”, a abreviação do nome original da empresa, Nippon Kogaku K.K.  Depois, a letra “n” foi acrescentada para ficar uma palavra com impressão mais “masculina”.

 

McDonalds

 

(Paulo Pampolin / Hype)

Os irmãos Richard e Maurice McDonalds criaram, em 1937, uma lanchonete chamada “The Airdrome”, na  Huntington Drive (Rota 66), na Califórnia. Eles vendiam somente hot dog. Depois, entraram os hambúrgueres. Em 1940, eles se mudaram para San Bernardino (ainda na Califórnia) e mudaram o nome do restaurante para “McDonald’s Bar-B-Que”. O churrasco era a especialidade da casa. Em 1948, quando o hambúrguer virou o negócio principal, o nome foi trocado apenas para “McDonald’s”.

 

Marlboro

(Matias Nieto/Cover/Getty Images)

O nome Marlboro vem da rua Great Marlborough Street, segundo endereço da Phillip Morris Companies Inc, empresa fundada em Londres que criou a marca de cigarros.

 

Nokia

 

(Reprodução)

O marca finlandesa tira o “Nokia” do nome da cidade Nokia, à beira do rio Nokianvirta. Por sua vez, a origem desse nome é um tanto obscura. No Finlandês moderno, “noki” significa “fuligem” e “nokia” é essa palavra no plural sem flexão. Uma teoria mais popular diz que o Finlandês arcaico tinha a palavra “nois” (plural “nokia”) e a palavra “nokinäätä”, que significava “fuligem marta”. Marta é uma designação de mamífero. Na região, qualquer mamífero de pelagem escura era chamado de “nokinäätä”.

 

Adidas

 

(Getty Images)

Uma lenda urbana diz que Adidas é a sigla para “All Day I Dream About Sports” (“Todo Dia Eu Sonho Com Esportes”). Mas a origem verdadeira é outra. “Adi” e “Das” vem do nome do seu fundador, Adi Dassler, que criou a empresa em 1949. Antes, ele tinha com seu irmão, Rudolph, uma outra fábrica. Quando eles brigaram, Adi criou a Adidas e Rudi criou a Ruda, que mais tarde virou a Puma.

 

Nike

 

(Lucy Nicholson/Files/Reuters)

A palavra Nike tirou a inspiração da deusa grega Nike, deusa da vitória na mitologia. Curiosidade: a empresa quase se chamou “Dimension 6”.

 

Pringles

 

(Flickr)

Há duas teorias sobre “Pringles”. Uma diz que é uma referência à Mark Pringle, um americano que, em 5 de março de 1937, preencheu uma requisição de patente sobre “Método e Aparato para Processamento de Batatas”. Esse trabalho foi citado e usado pela Procter & Gamble para criar a marca de batata e criar sua própria patente sobre um método de desidratação de batatas. Outra teoria, mais novelesca, diz que os dois publicitários da P&G responsáveis pela marca moravam na Pringle Drive, em Finneytown, cidade do estado americano de Ohio.

 

M&Ms

 

(Reprodução)

O doce criado em 1941 tirou os seus dois “M” dos nomes Mars & Murrie: de Forrest E. Mars Sr., fundador da empresa Newark Company; e Bruce Murrie, filho do presidente da Hershey Chocolate e dono de 20% das ações do produto.

 

HP

 

(HP)

A sigla HP abevia o nome da empresa Hewlett-Packard e usa o nome dos fundadores, William Redington Hewlett e Dave Packard.

 

BMW

 

(Getty Images)

BMW é a sigla de Bayerische Motoren Werke AG e significa, em inglês, Bavarian Motor Works. A montadora alemã tem origem em Munique, na região da Baviera (em latim, Bavaria).

 

Hyundai

 

(Divulgação/Hyundai Motor America)

O nome Hyundai vem de uma palavra coreana (origem da empresa, Seul) que significa “modernidade”.

 

Shell

 

(Neil Hall/Reuters)

Shell é a palavra inglesa para “concha” (presente no logo da marca) e remete aos fósseis, que por sua vez remete aos combustíveis fósseis. Mas a palavra “shell” vem de muito antes. A empresa, criada em 1907, nasceu da união da Royal Dutch Petroleum Company com a The Shell Transport and Trading Company. Esta última foi fundada pelos irmãos Marcus Samuel e Samuel Samuel.  Marcus tirou o “shell” do seu pai, que, no começo de 1833, vendia conchas para colecionadores em Londres.

 

Texaco

 

(Sandy Huffaker/Getty Images)

Texaco vem de “The Texas Company”.  Este nome veio da origem da empresa, na cidade texana de Beaumont, em 1901.

 

Oreo

 

(Celine Gros / Stock Xchng)

A origem do nome é controversa. Uma teoria diz que vem da palavra francesa para “ouro”, “or”. A embalagem original da bolacha era dourada e tinha a intenção de ser um produto mais sofisticado e exclusivo. Outros dizem que vem da palavra grega “oros”, que quer dizer “monte” ou “montanha”.

Panasonic

(Getty Images)

A empresa japonesa criada em 1918, em Osaka, começou a usar a marca “National” em 1927. Contudo, quando, em 1955, começaram a se expandir para os EUA e outros mercados, o nome “nacional” não podia ser usado, pois já era registrado. A marca então adotou “Panasonic”, com “pan” significando “todo” e “sonic” remetendo a “som”: “todos os sons”.

Barbie

(Reprodução)

Ruth Handler, um dia, viu sua filha Barbara brincando com bonecas de papel e teve uma ideia de ouro: crianças queriam brincar com figuras de adultos, não somente de bebês. Depois, viajando à Alemanha, conheceu a boneca Bild Lilli, que daria a ideia final para criar o novo brinquedo. Em 1959, Ruth apresentou sua criação, Barbie. O nome veio de sua filha, Barbara.

Twitter

 

(Reprodução)

 

O nome original da marca era “twttr”, inspirado no Flickr. Palavras de cinco caracteres eram o tamanho dos códigos curtos das mensagens SMS nos EUA. “twttr”, também, porque o domínio twitter.com já estava em uso. Depois de seis meses de empresa, eles compraram o domínio e a marca virou “Twitter”. Twitter significa uma coisa “curta”, “informal”, uma “mensagem sem grande importância ou consequência”. Também significa o silvo dos pássaros (daí o logo da marca).

 


 

Artigo originalmente publicado nesta página.

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Ecobrands: a nova tendência de marcas resenhadas para ajudar o meio ambiente

Marcas que ajudam o meio ambiente através da economia de tinta nos logotipos

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A visibilidade é extremamente importante para as marcas, razão pela qual eles querem ver seu logotipo em todos os lugares, mas há um preço a pagar por uma exposição generalizada, não apenas financeiramente, mas também ecologicamente.

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Como você pode ver abaixo, no entanto, há uma maneira simples de reduzir esses custos, e isso parte de uma ideia simples: usando menos tinta. A ideia, denominada Ecobranding, é uma nova experiência conceitual destinada a tornar as marcas mais ecológicas e, ao mesmo tempo, economizar milhões de dólares em custos de produção.

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McDonald’s, Apple, H & M e FedEx, exemplos simplificados que você pode encontrar aqui mantêm a essência de cada logotipo específico, ao mesmo tempo que tornam mais econômico tanto para o fabricante quanto para o meio ambiente.

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Com esse exemplos você já pode se inspirar para aderir à nova tendência sustentável e ajudar o meio ambiente economizando tinta!

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Artigo originalmente publicado nesta página.

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Marcas boas X Marcas ruins

Você gostaria que sua marca fosse tão reconhecida no mercado a ponto de atrair grande parte das suas vendas apenas pela impressão qualitativa que o consumidor tem da sua marca? Eu tenho certeza que sim, mas, se seu negócio não apresenta as características positivas apresentadas a seguir, você certamente está perdendo a oportunidade de um lucro muito maior gerado pela atração de clientes em relação à sua imagem no mercado.

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Existem grandes chances de que você esteja cometendo erros na sua estratégia de gestão de marca que estão impactando diretamente o faturamento da sua empresa. Por isso, é importante que você preste bem atenção caso queira ter resultados de verdade.

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Logo abaixo você pode aprender, de uma maneira simples e direta, quais são as atitudes fundamentais para que o investimento feito na sua marca reverta a maior quantidade de lucro para seu empreendimento. Continue lendo para saber mais sobre:

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  • As vantagens de escolher um nome forte
  • Perigos de não investir em uma boa gestão de marca
  • A diferença em vendas de uma marca direcionada ao público e uma não direcionada
  • O impacto das experiências positivas com sua marca no resultado dos lucros

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Para que seja mais fácil você perceber onde estão os erros e acertos da gestão da sua marca, comparamos as características de marcas boas versus marcas ruins. Acompanhe:

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Nomes fracos são aqueles que não dão uma boa diferenciação no mercado. Sabe aquela marca que quando você vê tem a impressão que não pensaram nem um pouco pra criá-la? Que quem fez não demonstrou muita criatividade? Por exemplo: Alguém vende capinhas de celular, o nome é “Casa das Capinhas de Celular”.

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Outro ponto importante, ainda dentro desse tópico, é que marcas fracas normalmente são compostas por palavras de uso comum. No exemplo anterior, “casa” é enquadrada como um desses termos. Com certeza você pode listar muitas lojas que começam com a expressão “Casa do(a)”, “Mundo do(a)”, “Paraíso do(a)”, etc.

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Segundo Pépse e Pieske (2015), “[…] Entender no que consiste uma marca e quais as características que levam um produto a ter um nome de marca forte são informações estratégicas para auxiliar na gestão de produtos”.

 

As principais recomendações que levam à escolha do nome de uma marca com grandes chances de se tornar uma marca forte, para o Professor Me. Alexandre Pieske, encontram-se sintetizadas em um vídeo intitulado “Como construir marcas fortes”. Este vídeo é resultado de um árduo trabalho de pesquisa realizado por Philip Kotler, cujos resultados foram apresentados ao publico em 1998, com o suporte da revista HSManagement em ocasião da visita do autor ao Brasil. Segundo o referido vídeo, uma marca forte deve:

 

1) Ter um nome que lembre características do produto, isso facilita o consumidor a guardar o nome do produto e identifica-lo no ponto de venda. Como exemplo, podemos citar o caso do Nescafe. Ao ouvirmos este nome, nunca vamos imaginar que se trata da marca de um amaciante de roupas, não é mesmo?

2) Ter um nome único, para chamar a atenção, não sendo passível de ser confundido com outros produtos. Como exemplo temos a Kodak.

3) Ter um nome fácil de ser pronunciado, pois nomes fáceis de serem pronunciados não inibem o consumidor de pedir o produto no ponto de venda por não saber como se pronuncia o nome do produto. Por exemplo, o nome LG, qualquer pessoa que desejar comprar um eletroeletrônico não irá deixar de comprá-lo porque não sabe o nome de marca do produto.

4) A ultima recomendação é de que o nome da marca seja fácil de ser memorizado. Neste quesito, nomes mais curtos estão em vantagem em relação aos nomes mais compridos, que são mais difíceis de serem memorizados. Quem não consegue se lembrar da marca OMO de sabão em pó?

 

Além de aumentar as chances de sucesso do produto, especialistas como Martins (1997), afirmam que nomes de marcas que possuam as características de marca forte possibilitam as empresas cobrarem mais por seus produtos.

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“Ir na sorte” é o caso das pessoas que estão com pressa e acham que “qualquer” nome “legalzinho” já está de bom tamanho, ou que o nome não exerce tanto impacto assim em um negócio. Muitas vezes ocorre de o empresário fazer uma votação entre amigos para escolherem qual consideram o mais bonito.

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Acontece que marcas fortes e de qualidade não vêm do nada. Elas são construídas, e muito bem construídas, por sinal. Uma marca forte muito provavelmente veio de um investimento em branding (criação/construção da marca em conjunto com uma gestão estratégica). Crocco et al. (2006, pp. 42-43) apresentam um breve histórico sobre as primeiras marcas de que se tem registro, mostrando que:

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As primeiras marcas surgiram com o intuito de distinguir o responsável por uma obra, seja uma cerâmica ou uma pintura. O próprio termo “brand” tem sua origem no norueguês antigo brandr (queimar), o termo “marcar o gado” tem, entre nos, um significado extremamente próximo do original. Ou seja, tem sido representar a função da marca desde que surgiu, basicamente, um sinal de origem. As primeiras leis relativas ao uso de marcas parecem ter surgido na Inglaterra, por volta de 1266, com relação a sinais compulsórios das corporações medievais e relativas a uma corporação de padeiros.

No Brasil, as marcas só passaram a contar com proteção legal a partir de 1875, com a Lei 2.682, que foi estabelecida apos disputa judicial envolvendo a marca de rape “Área Parda”, acusada de imitar a marca “Área Preta”. E curioso observar que a lei surgiu para reverter a absolvição dada ao comerciante da marca imitadora com o argumento de que a “lei não previa sanção criminal aos atos de imitação”.

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Os profissionais da área de branding irão certificar-se de que a sua marca não vai ser “sem noção” ou “fora da casinha”. Não só isso, claro, mas também que seja uma marca que reflita a cultura e os valores da empresa, além do desenvolvimento de uma marca forte e memorável.

 

 

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Tente se lembrar de alguma vez em que você estava rolando o feed do seu Facebook e se deparou com um anúncio que não tem nada a ver com o que você quer, pensa, procura, ou se interessa. Qual a sua areação? Provavelmente uma dessas:

1. Você achou estranho o assunto e continuou rolando o feed normalmente (podendo até bloquear o anunciante para não visualizar mais anúncios daquele tipo) ou

2. Você ignorou a imagem/texto e desceu para o próximo post sem nem prestar atenção.

 

Esse tipo de situação acontece porque a página anunciante não delimita o público alvo ou, caso o faça, o faz de maneira extremamente superficial. Isso significa, além de perda de tempo (de quem investiu na propaganda, nas artes, no próprio anúncio), também perda de dinheiro.

 

Vamos imaginar, por exemplo, duas empresas no ramo alimentício: um é um bistrô no centro de uma grande cidade e é focado para a classe A; o outro é uma lanchonete com preços mais baixos que os concorrentes, focada na classe B e C. Será que os sites dessas duas empresas serão semelhantes? Logicamente que não.

 

Para que você obtenha sucesso com a sua marca, você precisa conhecer o seu segmento e nicho de mercado, elaborar as ações de acordo com as práticas desenvolvidas no Plano de Negócios, analisar tudo isso e criar a sua persona, para então direcionar estrategicamente as ações de vendas/marketing a um público que tenha mais chances de responder positivamente aos seus contatos.

 

 

 

Se você tem um Plano de Negócios (mesmo que seu empreendimento seja uma loja pequena, ou um negócio de pequeno porte) e investiu em Branding, é bem provável que já tenha também a noção do que é identidade visual e porque ela é tão importante.

 

Ao seguir os passos citados no item anterior e criando a sua persona, você já sabe como falar com seu público consumidor, e todas essas considerações irão formar a identidade visual da sua empresa.

 

A identidade visual é responsável por entregar já em uma imagem de que corporação é um anúncio, post de blog ou propaganda. A empresa é uma agência de publicidade? A página no Facebook deve ser bem criativa. A empresa é uma multinacional que trabalha com geração de energia em usinas? Nem fanpage precisa ter.

 

Existem (poucas) pessoas que não prestam grande atenção ao design de uma marca, ou na qualidade das imagens que essa marca posta nas redes sociais. Porém, mesmo essas pessoas, são influenciadas subconscientemente pelos textos, imagens e vídeos a que são expostas todos os dias e, mesmo sem achar que se importam com a identidade visual de uma marca “x”, a compra delas é influenciada pelos fatores que tangenciam a administração da identidade visual dessa marca.

 

Ao ignorar o estabelecimento de uma boa identidade visual, a empresa transmite uma imagem confusa e pode, muitas vezes, passar uma imagem desleixada e não profissional.

 

 

 

Um dos erros mais comuns (e, em minha opinião, também um dos mais graves) presentes nas corporações brasileiras é o fato de os gestores não se preocuparem com o pós venda. Eles simplesmente se preocupam em vender e, com essa venda, ter o lucro. E fim. Nada mais.

 

Ao deixar de investir na construção de um relacionamento sólido com seu cliente você está perdendo a oportunidade de fidelizá-lo e, com isso, perdendo a oportunidade de garantir negócios futuros. Além disso, uma relação agradável aumenta as chances dos clientes indicarem seus serviços a vários outros, além de prover maior satisfação pelos serviços prestados.

 

Muitas empresas tratam as prospecções e os clientes como inimigos, e isso é péssimo! A satisfação do cliente deve ser a prioridade de uma empresa. Cada vez mais o mercado necessita de um atendimento humanizado e personalizado, e para manter-se nesse mercado de uma maneira próspera é de extrema importância que atendamos a essas expectativas do público.

 

 

 

 

Você já teve uma experiência ruim com um produto? Já ficou impressionado pela propaganda, site e atendimento de uma empresa e quando experimentou dos serviços viu que não era nada do que eles diziam ser? Infelizmente há muitos casos como esses e isso é extremamente danoso aos negócios de uma empresa.

 

De acordo com pesquisas, uma pessoa satisfeita com um produto ou serviço que adquiriu irá falar bem dessa compra para, em média, três pessoas de seu círculo social. Agora, se essa mesma pessoa tiver uma experiência ruim, ela irá falar mal do produto/serviço e da empresa para, no mínimo, dez pessoas.

 

Marcas enganosas podem até crescer rápido no mercado, mas com certeza não irão manter-se por muitos anos nele. É importante ser o mais verdadeiro possível com os clientes mesmo objetivando a venda, uma conduta assim irá trazer resultados muito melhores em longo prazo e mais segurança à empresa, além de estabelecer uma boa imagem perante o mercado.

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Como uma marca registrada gera lucro à sua empresa

Se você pensa que registrar uma marca é só despesas e taxas está pensando errado. Existem muito mais bônus do que ônus no registro das marcas, e é a fim de provar isso que separamos para você um conteúdo totalmente exclusivo revelando as razões do porquê ter sua marca registrada gera lucro ao seu negócio.

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Segundo o advogado Amilto Manfredi, especialista em propriedade intelectual, o primeiro grande benefício de se registrar sua marca (ou patentear sua invenção), é a segurança jurídica que o registro trás no aspecto de estar trabalhando com algo que é de comprovadamente seu, que você tem o direito de usar.

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O fato de ter o certificado de registro que comprove que seu negócio é de fato sólido, aliado à certeza de ter a exclusividade não só a nível regional, como a nível nacional, é propagado na cultura da empresa, que por consequência é transmitida aos consumidores. Isso auxilia na reprodução de uma imagem mais segura do que é oferecido, além da transmissão de mais profissionalismo e qualidade.

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Não é difícil de concluir, então, que essa nova cultura na empresa influencia as vendas positivamente impulsionando-as e gerando experiências melhores aos seus clientes.

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Uma marca registrada gera valor monetário para o seu detentor

Além do benefício da segurança, uma marca registrada torna-se um bem imaterial para o detentor, seja ele pessoa física ou jurídica. Isso torna possível dimensionar e avaliar a marca de forma que ela tenha um valor monetário específico dessa propriedade.

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Para a contabilidade dos bens de um negócio, então, além dos imóveis, da lista de clientes e fluxo de caixa, a marca registrada é adicionada na contagem da mensuração do valor da empresa como um todo, aumentando o valor percebido perante investidores e também o valor final das ações, aplicações e vendas.

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Há casos em que a marca em si vale mais do que as propriedades físicas que uma empresa tem, e isso traz muito lucro ao detentor, que pode traduzir a força de uma marca em valores monetários reais.

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Com uma boa imagem, a marca vale mais que o serviço ou produto à venda

Você conhece alguém que só usa celular de uma marca específica não importa o preço? Ou tem algum conhecido que ao entrar em uma loja de sapatos pede logo pela mesma marca que está acostumado a usar? Sua mãe compra sempre a mesma marca de sabão em pó porque diz ser a de mais qualidade?

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Pare e pense: quantas marcas você está usando nesse momento, seja de vestuário, tecnológicas ou de papelaria. Não nos damos conta, mas todos os dias e a todo o momento estamos escolhendo uma marca à outra. “Por que tomar café nesta lanchonete e não naquela?”, “por que comprar essa televisão e não outra?”. Você pode não perceber, mas está sendo moldado pelo conceito que as marcas conquistas no seu subconsciente. Leonard Mlodinow, físico estadunidense, comprova essa afirmação em seu livro intitulado Subliminar.

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É claro que a qualidade do serviço ou produto que você oferece conta muito, mas a avaliação dessa qualidade estará atrelada à imagem da marca e, administrando bem essa imagem, a marca por si só venderá o que sua empresa oferece. Aliado a esse fato, está a possibilidade de aumentar o preço das vendas simplesmente porque a marca é forte o suficiente para que o consumidor opte adquirir um produto mais caro, mas que em seu julgamento apresenta um custo-benefício maior que os dos concorrentes.

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O registro e o lucro através de Royalties

Com o registro de uma marca, há a possibilidade de geração dos famosos royalties. Isso quer dizer que toda vez que alguém quiser deter o uso para a produção de qualquer parte que seja que se refira à marca do detentor, precisará retornar um valor monetário estipulado ao proprietário do registro.⠀⠀⠀⠀⠀⠀

 

No mundo da música, por exemplo, os royalties são um valor pago ao autor ou compositor de uma determinada música, para ter o direito de usar ou reproduzir a música em questão.

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Os royalties são muito comuns também no sistema de franquia, uma taxa que é paga de forma periódica pelo franqueado ao franqueador. Esse valor é uma porcentagem do faturamento bruto obtido pela franquia.

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No contexto empresarial, muitas vezes uma pessoa investe dinheiro em uma empresa, cobrando depois royalties, uma porcentagem do faturamento obtido na venda do produto ou serviço. Além disso, os royalties também podem ser uma forma de remuneração pela utilização de processos tecnológicos patenteados para a produção de algum produto.

 

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Expansão para franquias

O investimento em franquias e microfranquias tem crescido muito nos últimos anos devido a crise. Isso porque esse sistema permite ao franqueado portar todos os benefícios gerados pela imagem pública de uma marca, subtraindo assim os esforços para procura de clientela e reconhecimento da qualidade dos serviços prestados.

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Franquias são ótimos atrativos para empreendedores que querem penetrar o mercado já com uma boa vantagem competitiva. Uma unidade franqueada pode abrir em seu bairro neste mês, mas a confiança que passará será a da marca que está portando, ou seja, o franqueado não precisará investir o mesmo tempo e dinheiro que os fundadores originais para ter o mesmo retorno monetário.

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O nome ou logomarca registrado no INPI impede que seu lucro seja desviado a terceiros

Outro aspecto muito importante é que, detendo o registro da sua marca, você tem o direito de impedir que terceiros usem a mesma marca ou semelhante no seu segmento. Essa prática impede que um determinado público esteja comprando em um estabelecimento que não é seu, achando que está adquirindo aos seus serviços/produtos.

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Marcas semelhantes no mesmo segmento prejudicam os lucros, pois desviam parte da clientela para consumir outro produto ou serviço que não seja o seu.

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Registrando a marca, porém, isso não será problema pois, caso aconteça, você pode requerer extrajudicialmente a cessão do uso indevido da sua marca (ou uma semelhante) por terceiros. Seja uma página no Facebook, um site ou uma placa: você tem todo o direito de exigir que terceiros parem de usar sua marca indevidamente. Se a pessoa após o aviso não parar de usar seu nome ou logomarca registrado, medidas perante a justiça podem e devem ser tomadas.

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Economia de tempo e dinheiro

Por fim, outra grande vantagem de ter a marca registrada e devidamente contabilizada, além da proteção da Lei e todos os demais aspectos supracitados, é que você não vai perder o seu investimento em construção da marca, marketing, decoração, publicidade e etc, por ser notificado por um terceiro exigindo que você mude seu nome. Infelizmente isso acontece com muitas empresas, por vezes até bem intencionadas, que por não terem conhecimento da necessidade do registro da marca acabam usando um nome já registrado no INPI e precisam descartar o trabalho e investimento de anos em cima daquela marca por não terem o direito de uso.

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No quesito de economia de tempo, também há a vantagem de poder ser assessorado por especialistas (caso você contrate esse serviço) que cuidam de todos os aspectos ligados à propriedade intelectual para a sua empresa. Prazos, movimentações no processo de pedido de registro, colidêncidas, notificações judiciais e extrajudiciais, tudo isso evita preocupações desnecessárias e também que você tenha que acompanhar semanalmente as atualizações no sistema do INPI, economizando seu tempo e otimizando-o para que seja aplicado em outras questões importantes da sua rotina.

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Quer saber mais sobre o assunto? Assista nosso webinar com especialistas dando mais dicas de como você pode lucrar mais com direitos autorais ou com marcas registradas.

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Veja o que acontece quando logos viram filmes

O resultado você confere abaixo:

Gap VS Forrest Gump

registro de marca

(Divulgação)

Nike VS Magic Mike

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(Divulgação)

UPS VS Up Altas Aventuras

registro de marca

(Divulgação)

Burger King VS O Discurso do Rei

registro de marca

(Divulgação)

Lacoste VS Godzilla

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(Divulgação)

Intel VS Interstellar

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(Divulgação)

Skype VS Skyfall

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Bic VS Kill Bill

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(Divulgação)

Swatch VS Watchmen

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(Divulgação)

Singer VS Singin’ in the Rain

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Converse All Star VS Star Wars

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(Divulgação)

Essa matéria foi originalmente publicada no portal AdNews.

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Conheça 3 grupos que impulsionam o valor da sua marca

Você empresário ou profissional liberal, já deve ter se perguntado ou têm muitas dúvidas a respeito deste assunto. De forma prática e bem simplificada, traremos a você este assunto que ajudará a entender melhor como agrega-se valor à uma marca.

 

O termo “Brand Equity” te lembra algo? Pois é, certamente você já ouviu falar muito sobre Branding (ou se não, deveria), que por sua vez  refere-se aos atributos descritivos verbais e símbolos concretos, como o nome, logo, slogan e identidade visual que representam a essência de uma empresa, produto ou serviço.

 

Tendo isto em mente, fica mais fácil entender o que é Brand Equity, significa o valor adicional que se atribui a algum produto ou serviço. Esse valor influencia na forma como o consumidor pensa, sente e age em relação à marca, assim como nos preços, na parcela de mercado e na lucratividade proporcionada pela marca à empresa.

 

Aqui cabe uma observação importante: logotipo não é marca e marca não é logotipo. Marca está relacionada à percepção e a experiência que os consumidores têm com seu produto ou serviço, e a logomarca faz parte deste conjunto de percepções.

 

Em um mercado cada vez mais competitivo, de produtos com benefícios muito semelhantes, e com o advento da internet derrubando fronteiras comerciais,  o profissional de marketing tem tido papel importante na concepção de uma marca. Por exemplo, considere um smartphone qualquer  sem nenhuma marca visível. Qual o valor deste produto no mercado? Digamos, mil reais? E se este mesmo smartphone tivesse uma marca ou logotipo visível, de uma marca poderosa e valiosa como a Apple ou Samsung? Talvez três mil reais? Em termos simples, essa diferença é o que chamamos de valor da marca. Ou seja, acréscimo de valor por meio da força da marca.

 

Existem três grupos principais de impulsionadores do brand equity, segundo Philip Kotler, hoje referência no que tange a Administração de Marketing.  São eles:

 

O primeiro refere-se aos elementos ou identidades da marca como por exemplo nome, logotipo, símbolo, caracteres, slogan e embalagem. Esses elementos exercem influência na forma como a marca é lembrada e reconhecida. Um consumidor que não analise muitas informações antes de tomar a decisão de compra é mais facilmente persuadido por esses elementos, isso acontece com os produtos para crianças, comumente com muitas cores e desenhos para atrair a atenção.

 

O segundo grupo representa o produto e o serviço que o acompanha e todas as ações de marketing a ele associadas. Compreende ainda programas de incentivo, visando a satisfação do cliente e a associação desse sentimento à marca comercializada, favorecendo à criação de um vínculo entre o consumidor e o produto. Vejamos o exemplo da LATAM: com seu plano de fidelidade Multiplus, hoje é considerada a maior rede de fidelização do país. Isso porque a organização desenvolveu planos de pontuações bem transparentes e isso abriu portas para uma infinidade de parceiros credenciados para a troca destes pontos. Assim, seus clientes sempre retornam às compras dos serviços da empresa e possuem altos níveis de satisfação segundo pesquisas.

 

Já o terceiro grupo diz respeito a uma abordagem indireta, que acontece ao se criar uma associação da imagem do produto ao conceito que as pessoas têm sobre uma outra entidade, que tanto pode ser uma pessoa, um objeto, etc, transmitindo assim maior confiabilidade à marca.

 

       É importante destacar, porém, que o reconhecimento de uma marca não implica sua credibilidade. Certamente você conhece alguns dos nomes dos políticos envolvidos em escândalos. Isso é reconhecimento da marca, mas não quer dizer, de forma alguma, que por conhecê-lo, você votaria nele. Isso estaria relacionado a credibilidade da marca ou a sua reputação. São conceitos distintos.

 

   Agora você já sabe o quanto uma marca pode influenciar na escolha de compra dos consumidores. Quer saber como estruturar uma marca forte e influente? Clique aqui e leia nosso artigo sobre construção de marca.

 

Referências:


Kotler, P.; Keller, K. L. Administração de Marketing. 12 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall
Kevin Lane Keller: Gestão Estratégica de Marcas, ed. Prentice-Hall 2005,
Marcos Hiller: Branding – A Arte de Construir Marcas, Ed. Trevisan, Ed. 2012,
Matthew Healey: O que é o Branding?, ed. Gustavo Gili 2009,

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Por onde começar a construção da marca da minha empresa?

Para não ser apenas mais um no imenso mar dos negócios é fundamental ter uma marca bem criada a fim de conquistar uma imagem positiva e forte no mercado, atraindo mais clientes. A marca da empresa é a base que irá determinar muito do sucesso empresarial. Porém, por onde começar a construir a marca da minha empresa?

A Equipe da Primeiro Mundo, especialista em Propriedade Intelectual há 24 anos, decidiu te dar uma ajudinha nessa hora tão importante para o seu negócio.

Construir a marca é construir a identidade da sua empresa. Ela que irá causar a primeira impressão aos clientes e fazer com que eles se interessem (ou não) pelo que você tem para oferecer. Uma prova disso é quando precisamos comparar dois produtos para comprar e acabamos escolhendo levar o de marca mais conhecida, pois criamos confiança nela. Assim, muitas de nossas decisões de consumo são influenciadas pela visão que adquirimos das marcas.

 

1 – Defina claramente os objetivos do seu negócio

É preciso, então, que a marca da sua empresa/produto transmita exatamente aquilo que você busca oferecer no mercado. Para isso, você precisa ter bem definido o seu plano de negócio, juntamente com a missão, visão, valores e objetivos de sua corporação. Esse é o primeiro passo, pois assim você dará o rumo certo para a construção da sua marca, baseando-a na identidade da empresa.

 

2 – Mapeie o seu público alvo conforme o nicho de mercado no qual você está inserido

Na prática isso quer dizer que você deverá gastar um tempo para analisar quais são as pessoas que serão atraídas pelo seu produto/serviço/ideia e o que de fato as motivará a consumir da sua empresa e não de algum concorrente. Essa análise é muito importante pois um produto vendido para o público masculino deve ter estratégias diferentes de outro produto para o feminino, ou crianças, etc. O mesmo vale para os serviços, tanto do tipo B2B (business to business) ou B2C (business to commerce).

 

3 – Escolha um nome que leve em conta os passos anteriores

Conhecendo bem o que sua empresa irá oferecer, como irá oferecer e a diferença que isso fará na vida dos clientes, fornecedores e parceiros, você pode começar a sugerir nomes de acordo com o que foi decidido no plano de negócios. Um método muito utilizado nessa etapa é o Brainstorming, onde você pode sugerir várias possibilidades de nomes e expressões (qualquer um que vier à mente), e depois filtrar com base no que mais combina com o que você quer transmitir do negócio.

Por exemplo: se você fará um negócio para o público de classe A, o nome pode ser mais tradicional como um sobrenome estrangeiro. Ou, então, se seu negócio é voltado para classe média e você quer que ele seja viral, pode apostar no relacionamento com o público, escolhendo um nome mais informal, curto e sonoro, aproximando-se das pessoas.

Nessa etapa de escolha, é importante você evitar utilizar marcas fracas. As marcas fracas são aquelas que não são muito criativas e que não trazem grande diferenciação. Na prática, se você vende um produto e o nome da sua empresa é “Rei dos (nome do produto)”, você tem uma marca fraca. Uma boa dica é buscar sempre inovar em relação aos concorrentes e procurar disponibilizar algo novo no mercado.

 

4 – Invista na Identidade Visual

A identidade visual é, basicamente, a expressão gráfica do que a empresa representa. Para ter uma identidade visual de sucesso é muito importante ser coerente com o que você está divulgando e o que você realmente oferece.  Defina cor, estilo, forma e tipografia da logomarca e produza todos os materiais da empresa padronizados de acordo com essas decisões.

Montar uma boa identidade visual (ou até mesmo refazer uma que você já tenha) não é um trabalho simples ou fácil. Por isso, não considere a contratação de profissionais especializados (designer gráfico ou profissional de marketing especializado em branding) como um gasto, mas como um investimento que trará retorno lucrativo em médio e longo prazo, caso bem feito.

Pra ajudá-lo a ter uma noção melhor do impacto que cores e formas têm no público indicamos ler esse infográfico aqui.

 

5 – Certifique-se de que a sua marca construída é exclusiva

De nada adianta todo o esforço na construção da marca se você não puder usá-la! Mas, como saber se sua marca é única e que você pode, de fato, usar com exclusividade?

Quem faz esse controle, ao contrário do que muitos pensam, não é a Junta Comercial, mas sim o Instituto Nacional de Propriedade Industrial. A Junta autoriza você como personalidade jurídica, mas quem dá a detenção do uso da marca no Brasil é só o INPI. Assim, certifique-se de que a marca/logomarca do seu negócio não está copiando (mesmo sem saber) algum nome que já tenha registro no INPI e entre com o pedido de registro o mais rápido possível.

Você pode ter acesso ao resultado do estudo da sua marca no INPI gratuitamente aqui.

 

6 – Posicione corretamente a sua marca

Por último, mas não menos importante, é necessário saber como você vai posicionar a marca no mercado. Posicionamento de marca nada mais é como você quer ser enxergado por seus clientes, fornecedores, colaboradores, etc. A imagem que o público terá do seu negócio depende de como você irá tomar as decisões, como os funcionários procederão e qual vertente será escolhida para a publicidade e propaganda da empresa.

Um restaurante focado em clientes de classe A terá um site e postagens de blog com uma linguagem e design diferente do que uma empresa do mesmo setor, mas voltada para o público de classe B, por exemplo. Eles podem até falar sobre a mesma coisa mas, dependendo do posicionamento da marca, terão que abordar de maneiras diferentes para atingir o público esperado.

 

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