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Ecobrands: a nova tendência de marcas resenhadas para ajudar o meio ambiente

Marcas que ajudam o meio ambiente através da economia de tinta nos logotipos

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A visibilidade é extremamente importante para as marcas, razão pela qual eles querem ver seu logotipo em todos os lugares, mas há um preço a pagar por uma exposição generalizada, não apenas financeiramente, mas também ecologicamente.

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Como você pode ver abaixo, no entanto, há uma maneira simples de reduzir esses custos, e isso parte de uma ideia simples: usando menos tinta. A ideia, denominada Ecobranding, é uma nova experiência conceitual destinada a tornar as marcas mais ecológicas e, ao mesmo tempo, economizar milhões de dólares em custos de produção.

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McDonald’s, Apple, H & M e FedEx, exemplos simplificados que você pode encontrar aqui mantêm a essência de cada logotipo específico, ao mesmo tempo que tornam mais econômico tanto para o fabricante quanto para o meio ambiente.

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Com esse exemplos você já pode se inspirar para aderir à nova tendência sustentável e ajudar o meio ambiente economizando tinta!

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Artigo originalmente publicado nesta página.

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Marcas boas X Marcas ruins

Você gostaria que sua marca fosse tão reconhecida no mercado a ponto de atrair grande parte das suas vendas apenas pela impressão qualitativa que o consumidor tem da sua marca? Eu tenho certeza que sim, mas, se seu negócio não apresenta as características positivas apresentadas a seguir, você certamente está perdendo a oportunidade de um lucro muito maior gerado pela atração de clientes em relação à sua imagem no mercado.

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Existem grandes chances de que você esteja cometendo erros na sua estratégia de gestão de marca que estão impactando diretamente o faturamento da sua empresa. Por isso, é importante que você preste bem atenção caso queira ter resultados de verdade.

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Logo abaixo você pode aprender, de uma maneira simples e direta, quais são as atitudes fundamentais para que o investimento feito na sua marca reverta a maior quantidade de lucro para seu empreendimento. Continue lendo para saber mais sobre:

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  • As vantagens de escolher um nome forte
  • Perigos de não investir em uma boa gestão de marca
  • A diferença em vendas de uma marca direcionada ao público e uma não direcionada
  • O impacto das experiências positivas com sua marca no resultado dos lucros

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Para que seja mais fácil você perceber onde estão os erros e acertos da gestão da sua marca, comparamos as características de marcas boas versus marcas ruins. Acompanhe:

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Nomes fracos são aqueles que não dão uma boa diferenciação no mercado. Sabe aquela marca que quando você vê tem a impressão que não pensaram nem um pouco pra criá-la? Que quem fez não demonstrou muita criatividade? Por exemplo: Alguém vende capinhas de celular, o nome é “Casa das Capinhas de Celular”.

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Outro ponto importante, ainda dentro desse tópico, é que marcas fracas normalmente são compostas por palavras de uso comum. No exemplo anterior, “casa” é enquadrada como um desses termos. Com certeza você pode listar muitas lojas que começam com a expressão “Casa do(a)”, “Mundo do(a)”, “Paraíso do(a)”, etc.

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Segundo Pépse e Pieske (2015), “[…] Entender no que consiste uma marca e quais as características que levam um produto a ter um nome de marca forte são informações estratégicas para auxiliar na gestão de produtos”.

 

As principais recomendações que levam à escolha do nome de uma marca com grandes chances de se tornar uma marca forte, para o Professor Me. Alexandre Pieske, encontram-se sintetizadas em um vídeo intitulado “Como construir marcas fortes”. Este vídeo é resultado de um árduo trabalho de pesquisa realizado por Philip Kotler, cujos resultados foram apresentados ao publico em 1998, com o suporte da revista HSManagement em ocasião da visita do autor ao Brasil. Segundo o referido vídeo, uma marca forte deve:

 

1) Ter um nome que lembre características do produto, isso facilita o consumidor a guardar o nome do produto e identifica-lo no ponto de venda. Como exemplo, podemos citar o caso do Nescafe. Ao ouvirmos este nome, nunca vamos imaginar que se trata da marca de um amaciante de roupas, não é mesmo?

2) Ter um nome único, para chamar a atenção, não sendo passível de ser confundido com outros produtos. Como exemplo temos a Kodak.

3) Ter um nome fácil de ser pronunciado, pois nomes fáceis de serem pronunciados não inibem o consumidor de pedir o produto no ponto de venda por não saber como se pronuncia o nome do produto. Por exemplo, o nome LG, qualquer pessoa que desejar comprar um eletroeletrônico não irá deixar de comprá-lo porque não sabe o nome de marca do produto.

4) A ultima recomendação é de que o nome da marca seja fácil de ser memorizado. Neste quesito, nomes mais curtos estão em vantagem em relação aos nomes mais compridos, que são mais difíceis de serem memorizados. Quem não consegue se lembrar da marca OMO de sabão em pó?

 

Além de aumentar as chances de sucesso do produto, especialistas como Martins (1997), afirmam que nomes de marcas que possuam as características de marca forte possibilitam as empresas cobrarem mais por seus produtos.

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“Ir na sorte” é o caso das pessoas que estão com pressa e acham que “qualquer” nome “legalzinho” já está de bom tamanho, ou que o nome não exerce tanto impacto assim em um negócio. Muitas vezes ocorre de o empresário fazer uma votação entre amigos para escolherem qual consideram o mais bonito.

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Acontece que marcas fortes e de qualidade não vêm do nada. Elas são construídas, e muito bem construídas, por sinal. Uma marca forte muito provavelmente veio de um investimento em branding (criação/construção da marca em conjunto com uma gestão estratégica). Crocco et al. (2006, pp. 42-43) apresentam um breve histórico sobre as primeiras marcas de que se tem registro, mostrando que:

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As primeiras marcas surgiram com o intuito de distinguir o responsável por uma obra, seja uma cerâmica ou uma pintura. O próprio termo “brand” tem sua origem no norueguês antigo brandr (queimar), o termo “marcar o gado” tem, entre nos, um significado extremamente próximo do original. Ou seja, tem sido representar a função da marca desde que surgiu, basicamente, um sinal de origem. As primeiras leis relativas ao uso de marcas parecem ter surgido na Inglaterra, por volta de 1266, com relação a sinais compulsórios das corporações medievais e relativas a uma corporação de padeiros.

No Brasil, as marcas só passaram a contar com proteção legal a partir de 1875, com a Lei 2.682, que foi estabelecida apos disputa judicial envolvendo a marca de rape “Área Parda”, acusada de imitar a marca “Área Preta”. E curioso observar que a lei surgiu para reverter a absolvição dada ao comerciante da marca imitadora com o argumento de que a “lei não previa sanção criminal aos atos de imitação”.

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Os profissionais da área de branding irão certificar-se de que a sua marca não vai ser “sem noção” ou “fora da casinha”. Não só isso, claro, mas também que seja uma marca que reflita a cultura e os valores da empresa, além do desenvolvimento de uma marca forte e memorável.

 

 

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Tente se lembrar de alguma vez em que você estava rolando o feed do seu Facebook e se deparou com um anúncio que não tem nada a ver com o que você quer, pensa, procura, ou se interessa. Qual a sua areação? Provavelmente uma dessas:

1. Você achou estranho o assunto e continuou rolando o feed normalmente (podendo até bloquear o anunciante para não visualizar mais anúncios daquele tipo) ou

2. Você ignorou a imagem/texto e desceu para o próximo post sem nem prestar atenção.

 

Esse tipo de situação acontece porque a página anunciante não delimita o público alvo ou, caso o faça, o faz de maneira extremamente superficial. Isso significa, além de perda de tempo (de quem investiu na propaganda, nas artes, no próprio anúncio), também perda de dinheiro.

 

Vamos imaginar, por exemplo, duas empresas no ramo alimentício: um é um bistrô no centro de uma grande cidade e é focado para a classe A; o outro é uma lanchonete com preços mais baixos que os concorrentes, focada na classe B e C. Será que os sites dessas duas empresas serão semelhantes? Logicamente que não.

 

Para que você obtenha sucesso com a sua marca, você precisa conhecer o seu segmento e nicho de mercado, elaborar as ações de acordo com as práticas desenvolvidas no Plano de Negócios, analisar tudo isso e criar a sua persona, para então direcionar estrategicamente as ações de vendas/marketing a um público que tenha mais chances de responder positivamente aos seus contatos.

 

 

 

Se você tem um Plano de Negócios (mesmo que seu empreendimento seja uma loja pequena, ou um negócio de pequeno porte) e investiu em Branding, é bem provável que já tenha também a noção do que é identidade visual e porque ela é tão importante.

 

Ao seguir os passos citados no item anterior e criando a sua persona, você já sabe como falar com seu público consumidor, e todas essas considerações irão formar a identidade visual da sua empresa.

 

A identidade visual é responsável por entregar já em uma imagem de que corporação é um anúncio, post de blog ou propaganda. A empresa é uma agência de publicidade? A página no Facebook deve ser bem criativa. A empresa é uma multinacional que trabalha com geração de energia em usinas? Nem fanpage precisa ter.

 

Existem (poucas) pessoas que não prestam grande atenção ao design de uma marca, ou na qualidade das imagens que essa marca posta nas redes sociais. Porém, mesmo essas pessoas, são influenciadas subconscientemente pelos textos, imagens e vídeos a que são expostas todos os dias e, mesmo sem achar que se importam com a identidade visual de uma marca “x”, a compra delas é influenciada pelos fatores que tangenciam a administração da identidade visual dessa marca.

 

Ao ignorar o estabelecimento de uma boa identidade visual, a empresa transmite uma imagem confusa e pode, muitas vezes, passar uma imagem desleixada e não profissional.

 

 

 

Um dos erros mais comuns (e, em minha opinião, também um dos mais graves) presentes nas corporações brasileiras é o fato de os gestores não se preocuparem com o pós venda. Eles simplesmente se preocupam em vender e, com essa venda, ter o lucro. E fim. Nada mais.

 

Ao deixar de investir na construção de um relacionamento sólido com seu cliente você está perdendo a oportunidade de fidelizá-lo e, com isso, perdendo a oportunidade de garantir negócios futuros. Além disso, uma relação agradável aumenta as chances dos clientes indicarem seus serviços a vários outros, além de prover maior satisfação pelos serviços prestados.

 

Muitas empresas tratam as prospecções e os clientes como inimigos, e isso é péssimo! A satisfação do cliente deve ser a prioridade de uma empresa. Cada vez mais o mercado necessita de um atendimento humanizado e personalizado, e para manter-se nesse mercado de uma maneira próspera é de extrema importância que atendamos a essas expectativas do público.

 

 

 

 

Você já teve uma experiência ruim com um produto? Já ficou impressionado pela propaganda, site e atendimento de uma empresa e quando experimentou dos serviços viu que não era nada do que eles diziam ser? Infelizmente há muitos casos como esses e isso é extremamente danoso aos negócios de uma empresa.

 

De acordo com pesquisas, uma pessoa satisfeita com um produto ou serviço que adquiriu irá falar bem dessa compra para, em média, três pessoas de seu círculo social. Agora, se essa mesma pessoa tiver uma experiência ruim, ela irá falar mal do produto/serviço e da empresa para, no mínimo, dez pessoas.

 

Marcas enganosas podem até crescer rápido no mercado, mas com certeza não irão manter-se por muitos anos nele. É importante ser o mais verdadeiro possível com os clientes mesmo objetivando a venda, uma conduta assim irá trazer resultados muito melhores em longo prazo e mais segurança à empresa, além de estabelecer uma boa imagem perante o mercado.

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Veja o que acontece quando logos viram filmes

O resultado você confere abaixo:

Gap VS Forrest Gump

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(Divulgação)

Nike VS Magic Mike

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(Divulgação)

UPS VS Up Altas Aventuras

registro de marca

(Divulgação)

Burger King VS O Discurso do Rei

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(Divulgação)

Lacoste VS Godzilla

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(Divulgação)

Intel VS Interstellar

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(Divulgação)

Skype VS Skyfall

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Bic VS Kill Bill

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(Divulgação)

Swatch VS Watchmen

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(Divulgação)

Singer VS Singin’ in the Rain

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Converse All Star VS Star Wars

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(Divulgação)

Essa matéria foi originalmente publicada no portal AdNews.

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Por onde começar a construção da marca da minha empresa?

Para não ser apenas mais um no imenso mar dos negócios é fundamental ter uma marca bem criada a fim de conquistar uma imagem positiva e forte no mercado, atraindo mais clientes. A marca da empresa é a base que irá determinar muito do sucesso empresarial. Porém, por onde começar a construir a marca da minha empresa?

A Equipe da Primeiro Mundo, especialista em Propriedade Intelectual há 24 anos, decidiu te dar uma ajudinha nessa hora tão importante para o seu negócio.

Construir a marca é construir a identidade da sua empresa. Ela que irá causar a primeira impressão aos clientes e fazer com que eles se interessem (ou não) pelo que você tem para oferecer. Uma prova disso é quando precisamos comparar dois produtos para comprar e acabamos escolhendo levar o de marca mais conhecida, pois criamos confiança nela. Assim, muitas de nossas decisões de consumo são influenciadas pela visão que adquirimos das marcas.

 

1 – Defina claramente os objetivos do seu negócio

É preciso, então, que a marca da sua empresa/produto transmita exatamente aquilo que você busca oferecer no mercado. Para isso, você precisa ter bem definido o seu plano de negócio, juntamente com a missão, visão, valores e objetivos de sua corporação. Esse é o primeiro passo, pois assim você dará o rumo certo para a construção da sua marca, baseando-a na identidade da empresa.

 

2 – Mapeie o seu público alvo conforme o nicho de mercado no qual você está inserido

Na prática isso quer dizer que você deverá gastar um tempo para analisar quais são as pessoas que serão atraídas pelo seu produto/serviço/ideia e o que de fato as motivará a consumir da sua empresa e não de algum concorrente. Essa análise é muito importante pois um produto vendido para o público masculino deve ter estratégias diferentes de outro produto para o feminino, ou crianças, etc. O mesmo vale para os serviços, tanto do tipo B2B (business to business) ou B2C (business to commerce).

 

3 – Escolha um nome que leve em conta os passos anteriores

Conhecendo bem o que sua empresa irá oferecer, como irá oferecer e a diferença que isso fará na vida dos clientes, fornecedores e parceiros, você pode começar a sugerir nomes de acordo com o que foi decidido no plano de negócios. Um método muito utilizado nessa etapa é o Brainstorming, onde você pode sugerir várias possibilidades de nomes e expressões (qualquer um que vier à mente), e depois filtrar com base no que mais combina com o que você quer transmitir do negócio.

Por exemplo: se você fará um negócio para o público de classe A, o nome pode ser mais tradicional como um sobrenome estrangeiro. Ou, então, se seu negócio é voltado para classe média e você quer que ele seja viral, pode apostar no relacionamento com o público, escolhendo um nome mais informal, curto e sonoro, aproximando-se das pessoas.

Nessa etapa de escolha, é importante você evitar utilizar marcas fracas. As marcas fracas são aquelas que não são muito criativas e que não trazem grande diferenciação. Na prática, se você vende um produto e o nome da sua empresa é “Rei dos (nome do produto)”, você tem uma marca fraca. Uma boa dica é buscar sempre inovar em relação aos concorrentes e procurar disponibilizar algo novo no mercado.

 

4 – Invista na Identidade Visual

A identidade visual é, basicamente, a expressão gráfica do que a empresa representa. Para ter uma identidade visual de sucesso é muito importante ser coerente com o que você está divulgando e o que você realmente oferece.  Defina cor, estilo, forma e tipografia da logomarca e produza todos os materiais da empresa padronizados de acordo com essas decisões.

Montar uma boa identidade visual (ou até mesmo refazer uma que você já tenha) não é um trabalho simples ou fácil. Por isso, não considere a contratação de profissionais especializados (designer gráfico ou profissional de marketing especializado em branding) como um gasto, mas como um investimento que trará retorno lucrativo em médio e longo prazo, caso bem feito.

Pra ajudá-lo a ter uma noção melhor do impacto que cores e formas têm no público indicamos ler esse infográfico aqui.

 

5 – Certifique-se de que a sua marca construída é exclusiva

De nada adianta todo o esforço na construção da marca se você não puder usá-la! Mas, como saber se sua marca é única e que você pode, de fato, usar com exclusividade?

Quem faz esse controle, ao contrário do que muitos pensam, não é a Junta Comercial, mas sim o Instituto Nacional de Propriedade Industrial. A Junta autoriza você como personalidade jurídica, mas quem dá a detenção do uso da marca no Brasil é só o INPI. Assim, certifique-se de que a marca/logomarca do seu negócio não está copiando (mesmo sem saber) algum nome que já tenha registro no INPI e entre com o pedido de registro o mais rápido possível.

Você pode ter acesso ao resultado do estudo da sua marca no INPI gratuitamente aqui.

 

6 – Posicione corretamente a sua marca

Por último, mas não menos importante, é necessário saber como você vai posicionar a marca no mercado. Posicionamento de marca nada mais é como você quer ser enxergado por seus clientes, fornecedores, colaboradores, etc. A imagem que o público terá do seu negócio depende de como você irá tomar as decisões, como os funcionários procederão e qual vertente será escolhida para a publicidade e propaganda da empresa.

Um restaurante focado em clientes de classe A terá um site e postagens de blog com uma linguagem e design diferente do que uma empresa do mesmo setor, mas voltada para o público de classe B, por exemplo. Eles podem até falar sobre a mesma coisa mas, dependendo do posicionamento da marca, terão que abordar de maneiras diferentes para atingir o público esperado.

 

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