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Todo dia 26 de abril, é celebrado o Dia Mundial da Propriedade Intelectual para aprender sobre o papel que os direitos de propriedade intelectual (PI) desempenham no incentivo à inovação e à criatividade.

 

O impulso para testar nossas habilidades, a emoção da competição e a admiração que sentimos ao observar pessoas comuns realizando proezas extraordinárias, alimentaram nossa fascinação pelo esporte por milhares de anos.

 

A campanha do Dia Mundial da Propriedade Intelectual deste ano – Going for Gold – analisa mais de perto o mundo dos esportes. Explora como a inovação, a criatividade e os direitos de propriedade intelectual que os protegem apoiam o desenvolvimento do esporte e o seu prazer em todo o mundo.

 

 

Por que esportes em PI?

Os valores universais que os esportes englobam – excelência, respeito e jogo limpo – potencializam seu apelo global. Hoje, graças aos avanços nas tecnologias de transmissão e comunicação, qualquer pessoa, em qualquer lugar, pode acompanhar a ação esportiva 24 horas por dia, acompanhando o desempenho de seus atletas e equipes favoritos sem sair de casa.

 

O esporte tornou-se uma indústria global multibilionária – que gera investimentos em instalações (de estádios esportivos a redes de transmissão), emprega milhões de pessoas em todo o mundo e entretém muitas outras.

 

Relações comerciais construídas sobre direitos de PI ajudam a garantir o valor econômico dos esportes. Isso, por sua vez, estimula o crescimento da indústria, permitindo que as organizações esportivas financiem os eventos que saboreamos e proporcionando os meios para promover o desenvolvimento esportivo nas bases.

 

Observamos como as empresas esportivas usam patentes e projetos para promover o desenvolvimento de novas tecnologias esportivas, materiais, treinamento e equipamentos para ajudar a melhorar o desempenho atlético e envolver os fãs em todo o mundo.

 

Descobrimos como as marcas registradas e a marca maximizam as receitas comerciais dos contratos de patrocínio, merchandising e licenciamento. Essas receitas compensam o custo de organizar eventos de classe mundial, como os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo, e garantem que o valor e a integridade desses eventos espetaculares sejam salvaguardados.

 

Analisamos como as personalidades do esporte podem gerar ganhos a partir de contratos de patrocínio com proprietários de marcas e alavancar suas próprias marcas como atletas.

 

Exploramos como os direitos de transmissão sustentam a relação entre esporte e televisão e outras mídias que aproximam cada vez mais os fãs da ação esportiva. Aproximamo-nos de alguns dos avanços tecnológicos que mudam o jogo na robótica e na inteligência artificial que estão impulsionando a mudança em todos os campos esportivos.

 

A campanha deste ano é uma oportunidade para celebrar nossos heróis esportivos e todas as pessoas ao redor do mundo que estão inovando nos bastidores para impulsionar o desempenho esportivo e seu apelo global.

 

Junte-se a nós para celebrar o poder do esporte de se envolver e inspirar, para inovar e unir a todos nós, empurrando os limites da realização humana! Conte-nos sobre seus heróis esportivos e sua inovação esportiva favorita e compartilhe suas opiniões sobre o futuro dos esportes.

Conheça as vantagens de investir na sua invenção internacionalmente

Por Bruno Pereira

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Você pode não saber, mas quando um pedido de patente é requerido, o inventor possui exclusividade de exploração e comercialização apenas no país onde o depósito foi feito. Entretanto, mesmo que terceiros não possam patentear a mesma invenção em outro país, ela estará livre para exploração e comercialização. Logo, para que o inventor também tenha exclusividade em outros países, o pedido de patente terá que ser estendido.

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Como funciona a extensão para outros países?

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O pedido de extensão para outros países pode ser realizado via CUP ou PCT. Neste artigo abordaremos o pedido via PCT (Tratado de Cooperação em matéria de Patentes). O PCT é um tratado internacional com mais de 150 países contratantes, por ele é possível solicitar a proteção de uma invenção através de um pedido de patente simultaneamente em vários países, com um único pedido “internacional”, ao invés de depositar vários pedidos separados por país. Mas, mesmo assim, o mérito do exame ainda compete a cada Organismo nacional ou regional administradores de patentes em seus países, na chamada “fase nacional”.

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Para que um pedido seja depositado via PCT, a invenção deverá estar correndo em no máximo 12 meses de sua data prioridade – data prioridade no Brasil, para PCT, é considerada a data de depósito junto ao INPI – e então quatro taxas devem ser pagas para o início do processo, sendo elas:

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  • Taxa de tramitação
  • Taxa de documento de prioridade (se houver)
  • Taxa de busca internacional
  • Taxa de depósito internacional

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O depósito pode ser feito em papel ou eletronicamente. As taxas de tramitação e de documento de prioridade são pagas em moedas correntes nacionais, a taxa de busca internacional varia conforme a Autoridade em pesquisa (ISA) escolhida, poderão ser:

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  • Europeu (euros)
  • Americano (dólares)
  • Austríaco (euros)
  • Sueco (euros)
  • Brasileiro (reais)

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A taxa de depósito internacional é tabelada internacionalmente e é cobrada em francos suíços, com uma taxa fixa para documentos de até 30 folhas, caso exceda essa quantia, o valor cobrado por folha adicional é de 15 francos suíços. Após o pagamento de todas as taxas e o peticionamento eletrônico estar devidamente realizado o PCT já está na “fase internacional”.

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A partir da data de depósito do PCT, o processo corre em dezoito meses, dos quais, no quarto mês a ISA escolhida emite um relatório de pesquisa internacional e opinião escrita referente ao pedido, no sexto mês o pedido é publicado internacionalmente no PATENTSCOPE. Do décimo ao décimo oitavo mês (último mês da fase internacional) o depositante pode requerer, de forma facultativa, uma pesquisa internacional suplementar e um exame preliminar internacional, e ao fim do décimo oitavo mês o pedido entra na fase nacional.

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Na fase nacional o processo é muito parecido com o depósito no INPI, porém, nesta fase alguns gastos são inevitáveis, como custos com traduções, taxas dos Organismos  e mandatário local.

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Quais as vantagens de possuir patente em outros países?

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Se uma invenção patenteada apenas no Brasil e passa a ser um sucesso mundial, fora do Brasil terceiros poderão explorar, comercializar e lucrar com a invenção, sem que o detentor da patente os impeça de tal ato. Portanto, o inventor deve ter ciência de quais países o seu invento se fará conveniente, deve escolher os países nos quais vai conseguir trabalhar, onde vai ter acesso para alguém vender e produzir, ter certeza da concretização da comercialização do produto. Com a extensão, o inventor passa a deter os direitos também nos países escolhidos. As vantagens, em suma, são as mesmas aplicadas ao país de origem do requerente, dentre elas:

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  • Exclusividade na exploração econômica do produto
  • Atrativo para novos clientes e investidores
  • Facilidade de obtenção de receitas através da exploração comercial
  • Promove o progresso do estado da técnica
  • Segurança jurídica e ainda
  • Contribuição para sociedade

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Porque não patentear a invenção em todos os países?

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Cuidado! O processo de pedido de patente internacional é caro, é preciso de um agente de cada país para verificar as exigências locais dos órgãos competentes nacionais, acompanhamento, taxas e conversões em outras moedas, tradução do documento para outros idiomas, além do mercado que o inventor terá de desenvolver durante o processo de exploração.

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Caso você tenha gostado do artigo e se interesse pelo conteúdo de patentes, continue nos acompanhando que a cada quinzena será publicado um artigo sobre o assunto. Comente, compartilhe, deixe sua dúvida ou opinião, a Equipe Primeiro Mundo agradece.

Brasil e Dinamarca firmam memorando para acelerar registro de patentes entre os dois países.

 

 

 

 

O presidente do INPI, Luiz Otávio Pimentel, e o diretor-geral do Escritório Dinamarquês de Patentes e Marcas (DKPTO), Sune Stampe Sørensen, assinaram nesta quinta-feira, 12 de abril, na sede do Instituto, um memorando de entendimento para estabelecer o projeto piloto de Patent Prosecution Highway (PPH).

 

 

Pelo PPH, brasileiros vão poder usar o resultado do exame do pedido de patente no INPI para acelerar a análise na Dinamarca e vice-versa. Nesta fase piloto, serão aceitos pelo PPH até 100 pedidos de patentes por ano em cada país. O acordo terá vigência de dois anos, cobrindo o ingresso de 200 pedidos no programa em cada escritório.

 

 

No piloto do PPH, o INPI aceitará apenas pedidos de patentes relacionados às áreas de engenharia mecânica, iluminação, aquecimento, armas e explosão, estando excluídas quaisquer aplicações no segmento farmacêutico. Já o DKPTO aceitará pedidos de patente de qualquer campo tecnológico.

 

 

Além disso, o INPI limitará a participação de um mesmo requerente a um pedido por mês, com exceção do último mês do projeto.

 

 

O Brasil é o primeiro país da América do Sul com o qual o DKPTO firma um acordo de cooperação.

 

 

 

Fórum Gerencial

A assinatura do acordo ocorreu durante o Fórum Gerencial entre os dois institutos, que ocorre entre os dias 10 e 13 de abril, no Rio de Janeiro, com o objetivo de compartilhar experiências de gestão organizacional e de recursos humanos em escritórios de propriedade industrial, assim como de processos e procedimentos de patentes e marcas.

 

 

Ainda no dia 12, como parte da programação do Fórum, a equipe da Diretoria de Patentes se reuniu com a delegação dinamarquesa para discutir backlog, cooperação, gestão da qualidade e o Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT, na sigla em inglês).

 

 

No dia 11 de abril, o presidente do INPI abriu os trabalhos do Fórum Gerencial e, em seguida, o diretor-geral do DKPTO falou sobre o funcionamento e as metas do instituto dinamarquês. Ele pontuou que os usuários são o foco atual da sua gestão, com a implementação de abordagens diferenciadas, inclusive para as pequenas e médias empresas e as startups, segmento onde estaria o maior potencial para novas atividades de propriedade industrial no país. Sune Stampe Sørensen destacou também o Projeto EasyFlow 2018, com o desenvolvimento de soluções de tecnologia da informação cada vez mais avançadas.

 

 

O coordenador-geral da Qualidade do INPI, Alessandro Bergamaschi fez uma apresentação do INPI para os representantes do DKPTO, mostrando como funciona o instituto brasileiro, os resultados alcançados nos últimos anos e as metas previstas para o ano de 2018.

 

 

No início da programação do Fórum, no dia 10 de abril,  o diretor executivo do INPI, Mauro Maia, recebeu Sørensen e o vice-diretor-geral do DKPTO, Keld Nymann Jensen, para apresentação dos participantes e discussão da programação do workshop.

 

 

 

 

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Fonte: INPI.

Após receber diversos processos por conta do escândalo em que a empresa admitiu reduzir o desempenho dos iPhones antigos, agora a Apple foi novamente processada, desta vez por conta do Watch. Na última sexta-feira (6), a Omni MedSci iniciou uma ação judicial contra a companhia alegando que a Apple está infringindo sua tecnologia patenteada no sensor de frequência cardíaca do relógio inteligente.

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A empresa declarou que vários dos relógios da Apple, incluindo os produtos da Série 1, Série 2, Série 3 GPS e Série 3 GPS + Celular, infringem suas patentes. A Omni MedSci afirma, ainda, que a Apple violou, de maneira intencional, três patentes e pede a indenização – de uma quantia não revelada – da companhia.

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⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀Apple Watch. Fonte: Tecmundo

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A Omni MedSci Inc. – uma empresa de tecnologia, sediada em Michigan, que iniciou suas atividades focada em desenvolver lasers de banda larga infravermelho – afirma ter se reunido com a Apple entre 2014 e 2016, mas que a Apple teria deixado de falar sobre uma possível parceria. Porém, tempos depois, a companhia teria apresentado uma tecnologia, supostamente coberta pela patente da Omni MedSci.

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Vale ressaltar que a Omni MedSci é uma empresa de propriedade de Mohammed Islam, que fundou seis empresas com base em suas patentes, além de ministrar cursos sobre o tema, mostrando a estudantes de Engenharia da Universidade de Michigan as maneiras certas e erradas de obter patentes. “A última vez que chequei, no total, foi em torno de 150 [patentes]. Perdi a conta”, disse Islam.

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⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀Apple Watch. Fonte: Tecmundo

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A empresa de Islam afirmou que a tecnologia para o uso de lasers em aplicações médicas e outras, incluindo dispositivos vestíveis, foi inventada pela Omni MedSci. Os lasers podem detectar e monitorar parâmetros fisiológicos, como a frequência cardíaca do usuário e os constituintes sanguíneos.

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A Apple ainda não comentou sobre o assunto.

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Fonte: Tecmundo

Uma patente é válida somente em território nacional. Mas você sabia que pode requerer a proteção para o seu invento também em outros países? Isso é possível usando o Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT). Continue lendo para descobrir tudo sobre:

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  • Formas de requerer a proteção da sua invenção em outro país
  • Quais autoridades internacionais são aceitas pelo Brasil
  • Como é a fase nacional de um depósito

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Proteger patente no exterior

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Há duas formas de requerer a proteção de uma invenção em outros países: diretamente no país onde se deseja obter a proteção – via Convenção da União de Paris (CUP) ou através do Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT) para as invenções e modelos de utilidade.

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O PCT é um tratado multilateral que permite requerer a proteção patentária de uma invenção, simultaneamente, num grande número de países, por intermédio do depósito de um único pedido internacional de patente. Este tratado é administrado pela OMPI / WIPO (Organização Mundial da Propriedade Intelectual) e conta com 148 países signatários (até julho de 2013), entre eles o Brasil. O seu principal objetivo é simplificar e tornar mais econômica a proteção das invenções quando a mesma for pedida em vários países. Um pedido PCT pode ser apresentado por qualquer pessoa que tenha nacionalidade ou seja residente em um Estado membro do tratado.

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Como faço para depositar meu pedido em outros países? Existe algum prazo para realizar o depósito?

É possível depositar o pedido de patente em outros países, desde que se reivindique a prioridade do primeiro pedido depositado no Brasil, para que este depósito anterior não prejudique a novidade e atividade inventiva/ato inventivo dos pedidos posteriores. Além disso, assegura-se assim a data da prioridade (data do depósito brasileiro) para os pedidos em outros países.

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O prazo para dar entrada em outros países via CUP ou via PCT é de 12 meses contados da data do primeiro depósito. Para depositar um pedido em outros países é necessário comprovar o depósito original, através da apresentação da documentação da prioridade reivindicada ao escritório de PI (Propriedade Industrial) estrangeiro onde se faz o novo depósito.

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Depósito em outros escritórios

 

Depósito em outros países. Fonte: INPI

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Fase nacional de um processo PCT

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Para os pedidos internacionais nos quais o depositante escolhe o Brasil como organismo designado, o mesmo deverá apresentar no prazo de até 30 meses contados da data de prioridade, na recepção do INPI, nas representações do Instituto nos demais Estados, via postal ou ou depósito eletrônico, o texto do pedido conforme depositado originalmente no idioma português, com relatório descritivo, reivindicações, desenhos (se houver) e resumo, adaptado a norma vigente; formulário próprio (FQ003) com os dados do pedido; instrumento de procuração devidamente regularizado (datada, assinada e com os respectivos poderes) e recolhimento da retribuição devida (cód. 200 – tabela de retribuição do INPI).

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A norma que regulamenta a entrada na Fase Nacional Brasileira é a Resolução 77/2013.

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Depósito internacional

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Se já houver um primeiro depósito nacional no país de origem, deve-se, num prazo de até 12 meses, depositar um pedido internacional via PCT no INPI (Oficina Receptora), reivindicando sua prioridade. A partir daí, o requerente tem um prazo de até 30 meses contados a partir desta prioridade, para entrar nas fases nacionais dos países escolhidos.
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Obs: Também há a possibilidade de se fazer um depósito internacional inicial e num prazo também de até 30 meses entrar com as fases nacionais (países escolhidos, inclusive o Brasil).
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No ato do depósito internacional, o depositante preencherá o requerimento (RO/101). O idioma do depósito internacional dependerá da Autoridade Internacional de Busca (ISA) indicada pelo depositante. Caso a ISA escolhida seja o Brasil, o depósito poderá ser efetuado nos idiomas português, inglês ou espanhol. Caso seja escolhida outra ISA, o pedido deverá ser depositado em inglês. Além disso, deve-se pagar as taxas referentes ao depósito internacional.
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As autoridades aceitas pelo Brasil são:

Áustria (AT)
Escritório Europeu de Patentes (EP)
Estados Unidos (US)
Suécia (SE)
Brasil (BR)

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Publicação internacional

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Para os pedidos PCT, a publicação é feita pela OMPI aos 18 meses contados da data da prioridade (primeiro depósito). O requerente, nos depósitos PCT, também pode solicitar um Exame Preliminar Internacional (opcional). As Autoridades de Exame Preliminar são as mesmas da Busca Internacional.

Obs: Não existe uma patente internacional e sim um depósito internacional via PCT.
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Fonte: INPI.

Criada primeira bateria iônica

É a primeira vez que se cria uma bateria capaz de produzir correntes iônicas em tensões compatíveis com a eletricidade dos seres vivos. [Imagem: Chengwei Wang et al. – 10.1038/ncomms15609]

Eletricidade biocompatível

 

Engenheiros da Universidade de Maryland, nos EUA, inventaram um tipo de bateria totalmente novo: uma bateria iônica. Nas baterias atuais, a energia elétrica (ou corrente) flui na forma de elétrons em movimento. Essa corrente de elétrons que sai da bateria é gerada movendo íons positivos – mais comumente íons de lítio – de um eletrodo para o outro.

 

A nova bateria iônica faz o contrário: ela move elétrons em seu interior, liberando energia na forma de um fluxo de íons. Em nossos corpos, os sinais elétricos são transmitidos na forma de fluxos de íons – principalmente de sódio e potássio. É essa bioeletricidade que alimenta nosso cérebro, controla o ritmo do nosso coração, comanda o movimento dos nossos músculos e muito mais.

 

Isto significa que a nova bateria é biocompatível, já que ela produz o mesmo tipo de energia elétrica – baseada em íons – usada pelos seres humanos e outros seres vivos.”[Nossa] intenção é que os sistemas iônicos façam interface com os sistemas humanos. Então lançamos o projeto reverso de uma bateria.”

 

“Em uma bateria típica, os íons fluem através da membrana da bateria e os elétrons fluem através de fios para estabelecer uma interface com dispositivos eletrônicos. Em nosso design reverso, uma bateria tradicional é curto-circuitada eletronicamente, o que significa que os elétrons estão fluindo através dos fios metálicos. Então, os íons devem fluir através dos cabos iônicos externos. Neste caso, os íons no cabo iônico – usamos fibras de grama – podem se conectar com sistemas vivos,” explicou o professor Liangbing Hu, coordenador da equipe.

 

 

Criada primeira bateria iônica

As folhas de grama se mostraram ideais para armazenar a energia da bateria iônica. [Imagem: Chengwei Wang et al. – 10.1038/ncomms15609]

Bateria iônica

 

As tentativas de criar biocompatibilidade e interfaces elétrico-biológico vinham se concentrando até agora na transformação de uma corrente eletrônica – das baterias – em uma corrente iônica – dos seres vivos.

 

O problema com esta abordagem é que a corrente eletrônica precisa alcançar uma determinada tensão para saltar o hiato entre os sistemas eletrônicos e os sistemas iônicos. No entanto, nos sistemas vivos as correntes iônicas circulam em tensões muito baixas. Assim, as interfaces eletrônico-iônicas tentadas até agora geram saídas fortes demais para serem ligadas, digamos, a um músculo ou ao coração. Já a bateria iônica funciona em qualquer tensão.

 

Outra característica peculiar desta primeira bateria iônica é que ela usa grama para armazenar sua energia. Para isso, a equipe empapou folhas de grama em uma solução de sais de lítio, o que fez com que os canais do vegetal, que antes moviam nutrientes para cima e para baixo da folha, se transformassem em conduítes e depósitos ideais para acomodar a solução.

 

O protótipo é formado por dois tubos de vidro com grama dentro, conectados por um fio de metálico no topo. É por esse fio que os elétrons fluem para se mover de um eletrodo da bateria para o outro enquanto a energia armazenada descarrega lentamente. Na outra extremidade de cada tubo de vidro há uma ponta metálica através da qual a corrente iônica flui.

 

Criada primeira bateria iônica

A equipe confirmou que sua bateria fornece uma corrente iônica para células vivas. [Imagem: Chengwei Wang et al. – 10.1038/ncomms15609]

Conexão entre máquinas e humanos

 

“As aplicações potenciais [das baterias iônicas] podem incluir o desenvolvimento da próxima geração de dispositivos para micromanipulação das atividades neurais e interações que podem prevenir ou tratar problemas médicos como a doença de Alzheimer e a depressão.

 

“A bateria poderá ser usada para desenvolver dispositivos médicos para pessoas com deficiência, ou para ferramentas mais eficientes de administração de medicamentos e genes, tanto em pesquisas como clinicamente, como uma maneira de tratar cânceres e outras doenças médicas de forma mais precisa.

 

“Olhando mais adiante no horizonte científico, esperamos também que esta invenção possa ajudar a estabelecer a comunicação direta entre máquinas e humanos,” disse Jianhua Zhang, membro da equipe.

 

 

 

 

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Referências: Redação do site Inovação Tecnológica disponível originalmente aqui. 

Bibliografia:
Inverted battery design as ion generator for interfacing with biosystems
Chengwei Wang, Kun (Kelvin) Fu, Jiaqi Dai, Steven D. Lacey, Yonggang Yao, Glenn Pastel, Lisha Xu, Jianhua Zhang, Liangbing Hu
Nature Communications
Vol.: 8, Article number: 15609
DOI: 10.1038/ncomms15609

Introduzindo materiais avançados de revestimento e ligação à indústria aeroespacial, a 3M está auxiliando na criação de aeronaves mais leves que voam mais rápido, mais alto e mais longe com menor custo.

 

TECNOLOGIA PARA AS ALTURAS

À medida que a demanda por viagens aéreas aumenta, cresce também a procura por lugares nos aviões, o que significa mais aviões. Ao mesmo tempo, a indústria está buscando aumentar a eficiência com aeronaves capazes de voar mais longe e com menos combustível. Em consequência, os aviões atuais estão passando por uma reformulação sem precedentes, migrando para materiais compostos com formulação especial, que são mais leves, mais rígidos e mais resistentes à corrosão. Enquanto as aeronaves há 15 anos utilizavam menos de 10% de compostos, os modelos atuais empregam mais de 50%.

registro de marca

AJUDANDO O CARBONO A VOAR

Embora esta migração para materiais mais leves seja alcançada mediante a transposição de desafios, as avançadas tecnologias da 3M estão prontas para cumprir a tarefa. Peças de compostos não podem ser fixadas através dos métodos tradicionais, tais como rebites, mas os filmes de fixação adesivos estruturais ajudam a montar aeronaves mais fortes e mais seguras que suas predecessoras. Outra questão é que, diferentemente do alumínio, materiais compostos não são capazes de absorver as descargas elétricas que as aeronaves normalmente encontram pela frente. Mas os filmes da 3M, especialmente projetados, aplicados à parte externa da aeronave, conferem condutividade e ajudam a proteger o avião, minimizando os danos e as necessidades de reparos.

 

registro de marca

QUANTO UM FILME PODE AJUDAR?

A parte frontal de ambas aeronaves aqui ilustradas são feitas de materiais compostos. Mas apenas uma delas é protegida pela tecnologia 3M™ Polyurethane Protective Boots.

 

NOVAS TURBINAS PARA AVIÕES ANTIGOS

Até mesmo as aeronaves com 40 anos de operação podem se beneficiar com estes materiais compostos, readaptadas com novas turbinas mais leves e eficientes. Contudo, estes materiais precisavam de maior resistência para sobreviver ao grande desgaste ocasionado por vento, poeira, chuva e até mesmo colisões com pássaros. Entre no mundo dos resistentes 3M™ Scotch-Weld™ Filmes de Revestimento Compostos, ajudando a manter estas peças críticas protegidas da erosão e maximizando seu desempenho.

 

MAIS AERONAVES, MAIS OPORTUNIDADE

Onde quer que os aviões estejam, os materiais inovadores da 3M permitem que voem mais alto e mais longe com menor custo. Tal trabalho neste espaço criou um novo portfólio de avançadas soluções de produtos, com as principais linhas aéreas contando com a 3M para colaborar com novas oportunidades e desafios. De tecnologias de filmes e adesivos a restaurações de janelas e instalações térmicas e acústicas, a 3M Aerospace continuará a inovar para permitir a decolagem de aeronaves mais eficientes e de última geração.

“As pessoas em todas as partes do mundo podem experimentar os benefícios da eficiência aprimorada e da segurança no setor aeroespacial. É para isso que trabalhamos todos os dias”.

– DENISE RUTHERFORD

VICE-PRESIDENTE E GERENTE GERAL DA DIVISÃO 3M AEROSPACE & AIRCRAFT MAINTENANCE

Essa matéria foi originalmente publicada aqui.